[INSIGHT 2018] Transformação Digital que não tem mais volta – agora que você começou, não pare

[INSIGHT 2018] Transformação Digital que não tem mais volta – agora que você começou, não pare

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  • 28 de dezembro de 2017

Este não é o primeiro artigo em que enfatizo que a transformação digital não é sobre tecnologia – e talvez você já esteja convencido disso -, mas sim sobre o modo de ser como empresa e o seu pensamento estratégico.

Pessoas, processos e tecnologia são os pilares dessa transformação e há inúmeros exemplos de como podemos colocar em prática essa mudança, mas porque tantas empresas adiam o primeiro passo? Simples, mudar é doloroso e essencialmente o ser humano é bem resistente à qualquer tipo de mudança. E é sobre essa ruptura com a falta de atitude que quero tratar neste artigo.

Poderia acrescentar à isso o fato de que uma mudança estrutural não acontece de um dia para o outro, principalmente em empresas mais tradicionais. E estes fatores por si só já explicariam o porquê você ainda não conseguiu tomar a iniciativa definitiva rumo ao assunto que já está na pauta de praticamente todos os executivos atualmente, uma vez que essa transformação significa a sobrevivência – ou a falência – de suas empresas.

Essa afirmação pode ser dura o suficiente para te fazer pensar que isto é um sensacionalismo barato criado por mim ou forte o suficiente para te motivar a deixar de fazer falsas promessas e começar a investir em iniciativas que tenham objetivos que realmente estejam conectados com os resultados e com a mudança que você e sua empresa almejam – aliás o Luiz Gustavo, do time de marketing da WCK, escreveu um artigo exatamente sobre isso: falsas promessas de final de ano e quais são aquelas que você faz sempre?

Com qual frequência você pensa em em romper modelos tanto quanto pensa em vender mais?

A verdade nua e crua é que a grande maioria dos CEOs está muito mais apta a tomar as decisões que possam trazer os resultados de curto prazo do que as menos tangíveis, aquelas que não parecem fazer a empresa crescer em faturamento, diretamente. Entenda que não estou sugerindo que vender não é essencial, mas estou provocando uma reflexão sobre onde e para onde estamos apontando nossos esforços.

Recentemente, ao ler o livro Customer Success – por Nick Mehta,‎ Dan Steinman e Lincoln Murphy -, me deparei com uma analogia bem interessante entre vendas e customer success e uma frase me marcou: “Da mesma maneira como você empurra a empresa para aumentar as vendas e atingir as metas trimestrais, empenhe-se com a mesma intensidade em motivar a empresa a atingir as metas de Customer Success”.

Qual é a relação dessa frase com a transformação digital? Isolando o fato de que uma empresa que pensa Customer Success por si só já tem meio caminho andado nessa transformação, meu ponto é que precisamos colocar o mesmo apetite nessa mudança tal como o fazemos quando pensamos em vendas, já que, sem um futuro promissor – em decorrência de uma empresa lenta e ultrapassada -, sequer vender seremos capazes.

Iniciativas que podem te ajudar a agir rumo à transformação digital

Você deve estar se perguntando como se preparar e agir em prol dessa mudança e eu categoricamente te diria que você deve urgentemente promover essa transição – e em ritmo vertiginoso. Sucesso do passado – que enche o ego e encoraja célebres frases como “em time que está ganhando não se mexe” – não garante êxito no futuro e aliás, o apego ao que te trouxe até aqui, por mais difícil que seja reconhecer, pode ser o infortúnio que te impede de crescer.

Essa agilidade à qual me refiro, quando sugiro que promova uma transição em ritmo vertiginoso, pode sair do papel com algumas iniciativas. São elas:

Destinar recursos com inteligência: Você seria capaz de abrir mão de iniciativas e empreitadas sem potencial para o futuro e endereçar essa verba para novos negócios que fomentem a inovação e a ruptura de modelos?

Repensar o que é medido: Você teria coragem de repensar aquilo que você mede hoje e se desvincular do passado, incentivando gestores a pensar em quais iniciativas os levariam para um novo modelo de negócio caso o seu deixasse de existir nos próximos meses?

Reconsiderar os incentivos: para que tipo de comportamento a sua cultura organizacional corrobora e que deveriam ser repensados em sua empresa? Aquilo à que os líderes da sua organização hoje respondem, deve permanecer como está ou eles deveriam ser indicados para novas posições?

A transformação digital já começou – e ainda há muita coisa para acontecer -, mas uma pergunta que você deve se fazer é: começo hoje ou hoje? ;-D

Precisa de mais um incentivo? Reitero a sugestão de leitura do artigo do Luiz Gustavo para que você deixe de só prometer: falsas promessas de final de ano e quais são aquelas que você faz sempre?

Aproveito para convidá-lo a assistir um vídeo que gravei junto com o Erick Iucksh da Next Idea sobre o o futuro do mercado digital:

 

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Lilian Rios

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Especialista Inbound Marketing

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