Como ter uma linguagem própria nas redes sociais sem perder a identidade da sua instituição de ensino?

Como ter uma linguagem própria nas redes sociais sem perder a identidade da sua instituição de ensino?

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  • 28 de fevereiro de 2018

A nova aposta das Instituições de ensino é o marketing digital para empresas de educação, já que a viralização midiática no século 21 é muito mais eficaz que a famosa panfletagem de antigamente. Entenda como estar nas redes sociais pode auxiliar a sua empresa a aproximar-se de seus clientes, gerar engajamento, visibilidade e até diminuir os índices de evasão estudantil.

Comunicação em instituições de ensino

Ninguém está dizendo para abolir adesivos e panfletos, a aposta em diferentes tipos de plataformas, que abrangem aplicativos, redes sociais como Facebook, Instagram e YouTube serão complementares à abordagem das ações impressas tradicionais. Isso porque atualmente, mais do que parte da rotina de navegação na web dos brasileiros, elas tomaram a frente nas estratégias de marketing.

Além de possibilitarem o diálogo com o público-alvo, as mídias sociais são ferramentas de venda eficazes, permitindo demonstrações sobre o produto e um sistema de resolução de dúvidas frequentes, como fazem digital influencers, por exemplo.

Por meio das redes sociais, os conteúdos e serviços oferecidos pela instituição de ensino podem ser amplamente difundidos aos alunos, atingindo mais pessoas e sanando dúvidas. Que tal marcar presença na vida para além dos muros universitários?

Construa a linguagem própria da marca

Para que a sua empresa se torne referência nas redes sociais, é importante que, assim como os indivíduos, tenha uma personalidade marcante. Considere três pilares na hora de desenvolver a linguagem da instituição de ensino nas redes sociais: cultura, comunidade e conversação.

A cultura de uma organização é o que a torna única: transforme o diferencial da marca em inspiração para a voz online. Lembre-se que tal voz ecoa nas redes permitindo que sua comunidade possa ouvi-la. Assim, configura-se meios de detectar necessidades, preocupações, conteúdos e formatos com os quais se identifica, engajamento, o que ela própria publica, falhas na estratégia, etc. A aproximação permite que essa comunidade visualize o comportamento da empresa e saiba o que esperar online e no mundo físico.

É por meio da conversação, portanto, que se pode determinar onde cabe a autenticidade da sua marca e de que forma injetar ânimo na interação com seu público. Assim, na hora de definir a linguagem tenha em mente:

  • O perfil do público-alvo. Realize pesquisas para entender quem integra esse grupo: pais ou jovens prestes a ingressar no ensino superior. Compreender a faixa-etária dessas pessoas é determinante para adequar o vocabulário a ser utilizado. Conheça elementos que constituem seus universos – referências culturais e sociais, jargões, modismos, etc -, o que buscam e a linguagem que utilizam na internet. Espelhe-se e aproprie-se das expressões capazes de consolidar a familiaridade da companhia para seus clientes;
  • Definir um nicho implica em adaptar o discurso de acordo com a postura da empresa e sua pretensões. Tome conhecimento das questões que o público busca sanar junto à comunicação da empresa e coloque-as enquanto prioridade ao estabelecer o diálogo com os estudantes;
  • Considere as formalidades para definir canais de abordagem com o público, mas entenda que é imprescindível ter sua instituição de ensino nas redes sociais. Delineie a imagem que busca projetar e, assim como nas relações pessoais diretas, opte pela articulação que condiz com o nível de formalidade das partes envolvidas. Consolidar credibilidade ao serviço é importante, mas isso demanda também da capacidade da marca tornar-se “íntima” do público. Encontre o meio termo entre descontração e formalidade, alinhe pretensões, público e não abra mão da personalidade que deve ser projetada.

Por dentro das redes sociais

Algumas abordagens estão fora de questão. Outras, necessitam apenas de alguns ajustes de acordo com cada tipo de rede. Vale conhecer seu cliente e a sociedade de modo geral na hora de pautas tópicos e abordagens. Para isso, é imprescindível conhecer não só a persona e sua etapa do funil, o que cada canal tem a oferecer mas também as intenções da instituição de ensino. Enquanto o twitter pode ser ótimo para publicar pequenas notícias sobre eventos na Instituição, por exemplo, o Facebook e Instagram são ótimas pedidas para difundir conteúdos de relevância e monitorar o comportamento dos grupos atingidos ou documentar a história da empresa, respectivamente.

Invista em marketing digital para empresas de educação e elabore a estratégia mais adequada para acertar em cheio na tarefa de consolidar sua instituição de ensino nas redes sociais.

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Lilian Rios

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Especialista Inbound Marketing

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