Governança de TI de qualidade: como trazer isso para o dia a dia

Governança de TI de qualidade: como trazer isso para o dia a dia

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  • 29 de março de 2018

Você sabe o que significa governança de TI? Muitas empresas de tecnologia ainda têm dificuldade de compreender a importância dela para o negócio na melhoria de processos, autogestão, práticas corretas, entre outros tópicos. Vamos simplificar esse ponto neste artigo!

A Governança de TI

Um dos maiores buscadores online explica: “ a Governança de TI é uma parte integral da Corporativa e é formada pela liderança, estruturas organizacionais e processos que garantem que a TI sustenta e melhora a estratégia e objetivos da organização.”

O primeiro passo para um processo sustentável é saber que o valor agregado não se cria do nada nem a qualquer custo, e adicioná-lo à empresa envolve toda a organização, das partes interessadas às ferramentas de controle, governança e gestão. Isso tudo, porque governança e a gestão de TI + governança corporativa podem unir-se para dar corpo a um sistema personalizado que vai de cima até a base operacional. Nem sempre o caminho mais fácil é uma escolha sábia. Aposte na governança de TI enquanto compliance na criação de valor, o fornecimento de serviços eficientes e inovadores de tecnologia.

A governança pode auxiliar em desafios, como o alinhamento dos serviços de TI aos objetivos de negócio da organização, a redução de custos, assim como a garantia da segurança da informação, da operação de serviços, a conformidade a leis e regulamentações. Os profissionais devem lembrar que a definição de qualidade é estar em conformidade com os requisitos e, estes, devem derivar da Governança de TI. Sendo assim, é importante compreender também que:

  • Os requisitos têm a ver com como e porque TI deve fazer o que faz;
  • O motivo deve ser definido com base na análise de negócios que considere mudanças em processos prioritários à empresa;
  • O “como” começa com o planejamento estratégico que define a visão, missão, metas, estratégias, objetivos e planos de ação que guiarão ao objetivo do negócio. É essa análise que permite identificar quais são os processos que cabíveis;
  • Definir os processos fundamentais significa: identificar tais processos vai de encontro com a seleção de objetivos estratégicos de referência, compreensão de fatores primordiais e processos a eles relacionados, além da qualificação por qualidade versus impacto no empreendimento. Comece por aí, considere a Arquitetura de TI e defina os projetos.

Colocando a mão na massa

É importante observar o cenário a fim de assegurar os fatores primordiais e como funcionam. A Governança de TI também entra nessa missão, mas é fundamental que TI trabalhe em parceria em busca do alinhamento às necessidades do negócio – afinal, atender as necessidades das partes interessadas deve ser seu motor, certo? Seus processos devem conversar e ir de encontro às necessidades e dinâmicas do negócio, evoluindo para processos de peso.

  • Otimização de recursos + minimização de riscos. Uma empresa sempre deve ter ciência de seus recursos. O auxílio da gestão da governança, é possível realizar uma avaliação desses recursos e direcionar seus usos conscientemente, por meio de planejamento estudado para novos investimentos referentes às necessidades da empresa. Ao mesmo tempo, adotar o gerenciamento de riscos dentro da governança, TI potencializar o controle sobre as fragilidades do sistema. Isso permite prever possíveis riscos, já que a ideia é avaliar constantemente a segurança de dados e desenvolver um plano de contingência para lidar com serviços críticos e recuperá-los o mais rápido possível em caso de algum problema
  • De olho nos números. Mais do que métricas financeiras, as empresas passam a ter acesso a outros indicadores, como as métricas de produtividade. Estas, facilitam a identificação de falhas e demandas nos processos de produção. Isso significa que é possível prever e planejar as melhorias muito antes de lidar com algum problema. A implementação de melhorias pode influenciar também no desempenho de todo o grupo de profissionais envolvido. Motivação importa – e muito! Certo?
  • Concorrência. A governança de TI também deve alinhar-se às estratégias corporativas. Assim, TI pode auxiliar nos negócios e criar oportunidades, desde a melhoria nos processos, redução de custos até outros aspectos capazes de impulsionar a empresa no mercado. Que tal sair à frente da concorrência?

Uma governança de TI eficiente deve olhar para a organização da empresa e promove uma autoavaliação e a transparência, além da reafirmação de práticas corretas e sustentáveis para e na organização. Já sabe por onde começar!

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Lilian Rios

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Especialista Inbound Marketing

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