Como investir em marketing digital pensando em custo-benefício?

Como investir em marketing digital pensando em custo-benefício?

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  • 21 de agosto de 2015

O trabalho de agências de design e marketing digital tem mudado bastante. A velha ótica de massificação está morrendo juntamente com conteúdos genéricos, e não à toa: hoje temos pessoas mais exigentes em relação a estruturas web, e podemos dizer que fórmulas há muito repetidas não são mais eficazes, pois não refletem nem os conceitos da empresa nem o perfil de seu público-alvo. Nesse novo contexto, em que paradigmas são quebrados a todo instante, algumas dúvidas podem vir à mente: agências podem ajudar empresas a lucrarem? Como farão isso?

Essas perguntas poderão ser respondidas aos poucos. Por isso, sente-se em sua cadeira e fique relaxado, pois falaremos sobre como as coisas estão mudando, sobre estatísticas, e o mais importante: sobre como tudo isso afeta a sua empresa.

Inbound Marketing

Em vez de explanar sobre o conceito de Inbound Marketing, amplamente abordado na rede, vamos nos ater em como agências podem configurar ideias relativas a ele para obter mais resultados para a sua empresa. Basicamente, você precisa saber que os novos fundamentos de marketing são específicos, e essa simples ideia vai direcionar todo o trabalho para onde ele for mais efetivo.

Atrair: Quando falamos que a velha lógica de se fazer marketing morreu, queremos dizer algo do tipo: se o seu público-alvo tem interesses relativos a futebol somente, você não vai cativá-lo se oferecer produtos relativos a hipismo, sacou? Atrair clientes implica em conhecer as especificidades do público com o qual você lida. O foco de uma agência nesse sentido será adaptar e reformular a sua marca e/ou produto para que ele se adeque as atuais necessidades do seu público.

Converter: A partir do contato inicial com a sua marca, o seu prospect pode se tornar um cliente. O trabalho aqui será conceber e estruturar ferramentas para que não somente atraiam novos visitantes, mas para que mantenham os que chegaram cativos. Algumas ferramentas que fazem isso são: calls-to-action, formulários e landing pages… Mas essa é apenas uma base. Uma promoção também pode converter, assim como outras ideias. Tudo depende da pergunta: Como posso enaltecer as qualidades que fazem com que o meu negócio atraia e cative?

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Há quem coloque inúmeros outros itens entre, ou após estes dois, mas a base do inbound marketing é atrair e converter de maneira correta. Já ouviu aquela velha máxima: quando estamos por dentro do processo nos tornamos cegos? Esse tipo situação acontece com a maioria das empresas e muitas vezes (na maioria) ocorre pelo desgaste natural de ideias que não se adequam mais a realidade. Com o tempo é natural que se gaste mais energia resolvendo processos do que definindo um rumo para as coisas, temos o pensamento de que reuniões e mais reuniões sobre a resolução de conflitos já resolvem o problema, mas a verdade é que não funciona bem assim. E é aí que normalmente uma agência vem trazer a luz para a situação.

Vamos falar um pouco sobre estatísticas

A feira anual da Content Marketing Institute de 2014 trouxe algumas estatísticas bem interessantes relativas ao marketing voltado para o momento em que vivemos.

A primeira dessas estatísticas foi: em torno de 61% das pessoas estão inclinadas a adquirir produtos de empresas que oferecem conteúdo personalizado. Aqui notamos que o Inbound Marketing está ganhando cada vez mais terreno: a ideia não é empurrar um produto “goela a baixo”, mas sim, ter foco e estratégia.

As seguintes, como: 60% dos profissionais de marketing dizem que pretendem investir em marketing de conteúdo nos próximos 12 meses. Caso você não esteja familiarizado com esse termo – marketing de conteúdo -, ele se refere basicamente à forma como o conteúdo é mostrado e construído para públicos específicos.

Vivemos em um momento digital em que há a produção de muito conteúdo e agências em todo o planeta têm se voltado para a questão de que, a partir de agora, somente a informação de qualidade prevalecerá. Note que há inúmeras fontes falando sobre o mesmo tema, o que diferencia elas são vários fatores: originalidade, formatação, qualidade argumentativa, etc… O conteúdo cada vez mais será programado desde o número de caracteres, quanto ao que precisa ser dito.

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Você já ouviu falar de Bootstrapping?

Até aqui há a possibilidade de você estar pensando: “já sei que o conteúdo da minha empresa deve ser específico e que existem muitas ferramentas a serem exploradas para que eu consiga resultados, mas quanto isso custa?”

O termo Bootstrapping faz referência a utilizar recursos próprios (ou poucos recursos) para começar, ou administrar um negócio já existente. Em âmbito individual, seria como acumular capital para iniciar o negócio (sem a ajuda de investidores), em âmbito coorporativo. Em uma empresa que precisa investir em marketing para obter ganhos a curto/médio prazo, o bootstrapping seria como realocação de recursos.

Por exemplo, uma agência preparada normalmente sabe apresentar soluções em termos de investimentos. Então, o que custará mais: contratar um profissional clt, ou desenvolver uma estratégia de marketing eficiente para obter ganhos?  No Bootstrapping, a liberação de recursos pode ser gradativa. Se fizermos uma média de quanto é gasto por mês com ferramentas de marketing e estabelecermos ações como: investir maiores quantidades a cada três meses para gerar visibilidade, e administrar os prospects, por exemplo, já teremos uma estratégia de utilização gradativa de recursos (e existem várias).

Existem opções para as várias fachas de investimento, é só estar disposto a melhorar.

Recursos e a nova ótica do futuro

O horizonte se estende glorioso para o marketing de conteúdo e para técnicas de bootstrapping. Você já percebeu o quanto o desperdício de energia pode custar para um negócio? O bootstrapping só é possível porque não estamos tentando afetar milhões de pessoas para que só algumas se adequem ao nosso produto, estamos falando diretamente com quem tem interesse, e isso evita transtornos na comunicação e gastos inúteis de verbas.

Está convencido de que uma agência pode contribuir para seus lucros? Conte-nos o que achou disto através dos comentários! E não deixe de conferir nosso post sobre marketing de esperança!

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Lilian Rios

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Especialista Inbound Marketing

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